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Livro sobre a história de Chiapetta tem distribuição gratuita em plataforma digital

Exemplares da obra de Ana Guasque estão disponíveis no Eu Faço Cultura, mas é preciso fazer antes o cadastro.

Você conhece a história do nosso município? A fundação de nossa cidade, é tema do romance histórico “Victória, Uma Saga Italiana no Interior do Rio Grande”, de Ana Guasque.

O livro, indicação gratuita da plataforma Eu Faço Cultura, conta a história real de Victória, uma mulher, com suas dores irreparáveis, que deixou como legado uma cidade: Chiapetta. A narrativa envolve a imigração italiana, alemã, as revoluções, a saga do ouro, da agricultura, a saga da terra e do gado, transitando pelo drama, comédia, aventura, mistério, história, tragédia.

A história vai de 1883 até a emancipação de Chiapetta em 1966 e mistura fatos históricos e políticos.

O “Eu Faço Cultura” é  uma plataforma digital para pessoas de baixa renda, como  pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e de todos os programas sociais do governo, estudantes e diretores de escolas públicas, microempreendedores individuais, ONGs e instituições beneficentes.

Para adquirir o livro gratuitamente, basta fazer um cadastro e o resgate pode ser feito em www.eufacocultura.com.br.

Sobre o Eu Faço Cultura – Em formato de plataforma digital, o ‘Eu Faço Cultura´ é uma iniciativa da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal/Fenae (www.fenae.org.br) e das APCEFs (Associação do Pessoal da Caixa). Conta com a participação de milhares de empregados da ativa e aposentados da Caixa, que fazem a destinação do Imposto de Renda, e com o patrocínio da Caixa Seguradora e da Wiz.

O Programa busca incentivar o mercado cultural no país, além de valorizar os artistas locais, proporcionando atividades culturais ligadas a diversas formas de arte para as pessoas sem acesso.

Lançado em 2006, há três anos o “Eu Faço Cultura” transformou-se em plataforma, mantendo seu objetivo de democratizar o acesso à cultura. Está presente em 26 Estados e no Distrito Federal. “É um projeto de inclusão social, que aproxima uma parte da população hoje afastada do consumo de cultura”, explica Moacir Carneiro, diretor sociocultural da Fenae.